Crítica | Punho de Ferro - 1ª Temporada


A mais recente produção da parceria entre a Marvel e a Netflix era uma das mais aguardadas do ano. Punho de Ferro foi o último herói a ser apresentado para compor o time dos Defensores ao lado de Jessica Jones, Luke Cage e Demolidor.

A trama nos introduz à vida de Danny Rand (Finn Jones), que ainda criança se torna vítima de um acidente aéreo que resulta na morte de seus pais. Danny, o único sobrevivente, é resgatado por monges que o levam para a cidade de K'un Lun – lugar que se manifesta nessa dimensão somente a cada 10 anos – e realizam seu treinamento. 


A série mostra um ar mais místico de seus poderes e aprendizados. Já ficamos cansados de ver um herói que luta por vingança pela morte de seus pais – como sempre apresentam na história do Batman. Com Punho de Ferro não é diferente. A história é focada na tristeza do personagem ao invés de nos presentear com incríveis lutas marciais e vilões poderosos.



É de certa forma compreensível que Danny não mostre tudo para o público, já que ainda não completou seu treinamento e sendo o ¨juvenil¨ dos Defensores tem muito para aprender. Talvez seja por isso que não vemos tanto seu punho brilhante em ação como deveria. Sendo também uma grande falha na apresentação de vilões. Não há um nemesis definido para Danny, o que acaba se tornando muito confuso, deixando-o sem um objetivo definido.

Punho de Ferro, mesmo com uma trama solo fraca, pode ser uma boa adição ao grupo dos Defensores. Ambos se completam por seus conhecimentos e defeitos, dando a oportunidade para Danny surpreender no conjunto.

Nota: 2,5/5

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