Akigam: inovação e releitura em um equilíbrio fantástico


Semana passada a gente falou sobre o projeto A.R.E.N.A, um boardgame muito bem arranjado, mas que ainda está em fase de desenvolvimento. Hoje falaremos de um jogo muito mais avançado, que em breve você vai poder jogar com sua família e amigos, e com certeza se divertir muito.

Estou falando do Akigam, a ser lançado em breve pela Papaya Editora, que você vai passar a conhecer agora.

Uma questão de habilidade de memória

Com uma dinâmica simples, e ao mesmo tempo divertida e estratégica, Akigam traz de volta conceitos eternizados por jogos como Magic, the Gathering, onde magos digladiam-se até à morte. Em Akigam, porém, os jogadores são magos inexperientes que estão aprendendo a usar a magia através deste jogo ancestral de memorização de feitiços, que usa a administração de recursos (representados pelas cartas), de mão e de memória, algo pouquíssimo usado em jogos de tabuleiro e cartas modernos.

Akigam é jogado fazendo combinações elementais com cartas de magias, que tem efeitos específicos e podem (ou não) ser defendidas pelo adversário, com o adicional de que as cartas precisam estar na mesa para serem usadas, sempre viradas para baixo, e olhar a carta custa uma das suas 3 energias no turno.

Para tornar a coisa toda ainda mais interessante e desafiadora, existe a carta especial Akigam, que é a Energia Primordial, que pode se transformar em qualquer elemento ou dar ao portador uma energia extra no turno!



Por que acredito no sucesso do Akigam?

Desde o começo, quando conversei com o Rodrigo Zaramela (criador do jogo) sobre o Akigam, eu via algo de diferente nele. Via referências interessantes, tanto gráficas quanto de estilo de jogo que eu sabia que resultariam em algo diferente do que a gente costuma ver por aí. Não podia estar mais certo.

Akigam é aquele jogo que, para um grupo de boardgamers mais acostumados com jogos mais complexos, encararia como um filler, uma forma de jogar descompromissada e com uma duração relativamente menor. Já quem nunca jogou nada mais complexo do que War e Banco Imobiliário vão achar profundamente fácil, divertido e quase saudoso, por usar uma dinâmica de memória que lembra jogos mais comuns nos anos 80/90, como Combate.

Outro detalhe, que com certeza fará com que o Akigam faça um papel importante na atual geração de jogadores: é o tipo de jogo que dá para jogar no intervalo das aulas. Quantas vezes não passei parte dos intervalos jogando Magic e outros jogos, (mini partidas de RPG, onde a gente criava os personagens durante a aula). A vantagem é que o Akigam pode ser jogado em 15 minutos, sem grandes prejuízos para a jogabilidade, mas também pode oferecer muito mais desafio, dependendo de quem está jogando.

Saiba mais informações sobre o Akigam na página da Papaya Editora e fique ligado nas novidades e nas datas de financiamento coletivo.

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