RPG: O que ser um mestre de jogo mudou na minha vida


Esse é um post sobre RPG (role playing game) para unir velhos e novos, a clássica geração Xerox e a turminha que tá migrando do digital por causa do preço e porque está conhecendo as maravilhas do contato social e do jogar ao vivo. É um post para falar do que é ter orgulho de ter conhecido o RPG aos 15 anos, e ter, pelo menos pelos primeiros 3 ou 4 anos da minha vida de rpgista, sido apenas mestre de jogo.

O que isso faz na mente de um jovem que já tinha uma tendência absurda para a criatividade? O que fez por alguém que tinha dificuldade de sociabilização por ter ficado em casa praticamente toda a adolescência? Sinceramente, muito!

Ser mestre de RPG é um barato

Com certeza é. Especialmente para você que vive descontente com o mundo ao seu redor, o RPG usa duas palavras que todo mundo devia usar com mais frequência quando é criticado: faça melhor!

Você é deus, e exatamente por isso tem muitas responsabilidades e não pode ficar pensando apenas em você mesmo. Para você que nunca jogou, vou usar uma explicação que eu li loucamente quando lia a Dragão Brasil (e hoje eu os vejo circulando por aí com a Jambô, é divertido... o JM Trevisan é extremamente engraçado no Twitter).


No RPG, os jogadores são os heróis da história, ela tem de girar ao redor deles e reage de acordo com as atitudes deles. Sim, estamos falando de criar uma história na hora, pois mesmo que você tenha criado um plot inicial, eles sempre (eu digo sempre, vai por mim) vão te surpreender e te levar para lugares dentro da sua história que você nem desconfiava que tinham... sim, você vai ter de improvisar.

Antes de tudo isso, ele é um jogo cooperativo, ou seja, não existem vencedores. Além disso, é um jogo de história, então o mestre de jogo (ou narrador) terá a função de divertir os jogadores com detalhes, desafios e histórias interessantes e instigantes.


Claro que, além disso, existem dados! Os dados entram na parte mais jogo da coisa, onde você tem uma série de atributos que definem os limites das coisas, e o mais interessante: O mestre não tem esses limites! Ele pode trazer as bestas mais poderosas e malditas do poço mais fétido do inferno que vão ... calma aí megalomaníaco maldito! A ideia é se divertir com os jogadores, ao colocar desafios complexos, MAS POSSÍVEIS para seus personagens. Eles podem enfrentar inimigos mais fortes que eles, mas para isso precisão se unir!

O mais fascinante? Isso é só o começo! Existem milhares formas de usar o RPG para contar as mais variadas histórias, e vamos falar nelas essas semanas aqui no Nerdbucks na nossa pequena série de artigos sobre RPG de mesa!

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